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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sal engorda?


O abuso no tempero é acusado agora de promover até ganho de peso. Entenda o mais novo motivo para maneirar nesse e em outros redutos de sódio.

Quem aponta o dedo para isso são cientistas da Universidade Queen Mary, na Inglaterra e da Universidade de Pequim, na China. Em um estudo, eles recrutaram 1243 pessoas e colheram amostras da urina de todo mundo para medir a concentração de sódio. Os participantes ainda tinham que preencher um diário, em que relatavam o que comiam ao longo do dia.
Ao final da experiência, ficou evidente: os voluntários que consumiam uma maior quantidade de fontes de sódio (o tempero em si e produtos industrializados) eram justamente os mais gorduchos. Pelos cálculos, o aumento de 1 grama na ingestão de sal por dia elevava em 28% o risco de engordar nas crianças e em 26% nos adultos. E um detalhe importante: a carga calórica em si não teve influência nessa associação. Em outras palavras, sujeitos que não exageraram nos pratos, mas se excedem no sódio, poderiam ganhar tanto peso quanto os glutões.
Mas como é que o mineral, famoso pela relação com a pressão alta, teria um efeito desses na barriga? Ainda não há uma explicação definitiva, mas surgem boas pistas. Uma hipótese diz que o sódio interfere na forma com que o organismo usa seu estoque gorduroso. "Estudos anteriores com animais sugerem que o consumo exagerado da substância faria o corpo armazenar mais gordura", conta o cardiologista chinês Yuan Ma, que assina a nova pesquisa.
A sobrecarga do mineral também instiga a liberação de cortisol, o chamado hormônio do estresse. "E a elevação desses níveis na corrente sanguínea faz cair a concentração de outro hormônio, a adiponectina", explica o médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Complicou? Basta dizer que a adiponectina ajuda a evitar o ganho de peso.

Para não exagerar no sal, confira aqui algumas alternativas saudáveis:

Sal light: Possui 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio - a versão refinada tradicional tem 99% de sódio.
Sal marinho: Não passa pelo processo de refinamento. Em sua composição há um teor maior de flúor, cálcio, magnésio...
Sal rosa: Mais caro, vem das regiões montanhosas do Himalaia, na Ásia. Possui mais de 50 tipos de minerais.
Sal verde: Feito da planta Sarcocornia ambigua da Região Sul. Ainda em pesquisa, tem três vezes menos sódio que o sal de cozinha.
Temperos: Pimenta, cebola, alho, alecrim e tantos outros condimentos ajudam a dar um sabor especial às receitas e diminuem a necessidade de sal.


Fonte: Revista Saúde

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Saiba quais alimentos comer para ganhar peso.

Nem todo mundo quer emagrecer, há quem deseja que

o ponteiro da balança suba.

Veja o que consumir para engordar com saúde.


Quem deseja uns quilinhos a mais deve ser tão criterioso quanto quem está em busca de uma cintura mais fina. Ao adotar uma dieta hipercalórica, não se descuide de ameaças como a do colesterol alto. O ganho de peso depende da diferença entre a ingestão e o gasto de calorias. Por isso, um esportista e um sedentário, por exemplo, precisam de dietas completamente diferentes para engordar. O ideal seria procurar um profissional para ajudá-lo na empreitada. Assim você garante que suas novas (e engordativas) necessidades calóricas sejam saciadas, bem como a sua fome de saúde.

Suplementos alimentares: só com prescrição
Eles não engordam pra valer nem substituem as refeições. Esse tipo de produto complementa a alimentação de quem, por motivo de saúde, não consegue ingerir a quantidade de nutrientes e calorias necessárias com um farto menu. Em geral, os suplementos são ricos em glicose e frutose, dois carboidratos de rápida absorção e entram em dietas de quem precisa consumir mais de 2,4 mil calorias por dia.

Vá de sucos

 
Aproveite as vitaminas e os sais minerais das frutas, além de ganhar umas calorias a mais. Veja quanto vale um copo pequeno cheio de vários tipos de suco natural:

· Laranja 125 Kcal
· Abacaxi 70 Kcal
· Goiaba 70 Kcal
· Manga 66 Kcal
· Morango 66 Kcal
· Mamão 62 Kcal
· Melão 56 Kcal
· Maracujá 48 Kcal
· Acerola 42 Kcal

Consuma mais alimentos nutritivos como as frutas, as carnes, salada à vontade e os cereais integrais para ganhar peso.

(Fonte: Revista SAÚDE)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Refrigerante zero!!

A suspeita é que essas bebidas financiam o ganho de peso ao enganar um órgão-chave para o sucesso da dieta: o cérebro.

Se você não conseguir deixar de beber refrigerante, consuma-o com moderação. Evite, por exemplo, tomá-lo nas refeições.


Recentemente, a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriu, ao analisar dados de mais de 23 mil pessoas, que a parcela acima do peso e obesa tomava mais refrigerante diet e zero do que os voluntários em forma. O grupo também engolia mais alimentos sólidos - e, ao que tudo indica, existe um elo entre a comilança e a ingestão desse tipo de refresco. "As evidências sugerem que os adoçantes, muito presentes nessas bebidas, desajustam o sistema de recompensa do cérebro, deixando-o sem uma medida confiável de quanta energia consumiu e de quanta precisa ingerir", analisa Sara Bleich, especialista em saúde pública e uma das autoras do trabalho.

O que acontece no organismo?

Isso ocorre porque esse sistema é regulado pelo neurotransmissor dopamina - molécula intimamente ligada a estímulos prazerosos - e seus receptores. Quando comemos um alimento açucarado, por exemplo, o nível de dopamina vai às alturas, trazendo a sensação agradável que nos incentiva a comer mais. Ocorre que o adoçante gera uma reação similar sem oferecer a tão buscada energia. "A substância criaria uma expectativa por calorias no cérebro. Só que, como esse aporte não vem de fato, ele incitaria a busca por outros alimentos", esclarece Ivan de Araújo, neurocientista da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Ou seja, abusar das latinhas pode abrir o apetite e, no fim das contas, somar quilos na balança.
Para complicar, já se sabe que os adoçantes são capazes de potencializar o armazenamento das calorias vindas das refeições. É que, ao sentir o sabor deles, a língua manda um sinal à cabeça, que prepara nossas células para receber energia. "Se ela não vem, tendemos a absorver mais as calorias dos alimentos que ingerimos junto com a bebida", detalha Thaianna Sant’Anna, nutricionista da clínica carioca Valéria Pascoal.


Diet, zero ou light?

Na prática, quase nada muda entre as três versões magras do refri.

Diet
Criada para aqueles que possuem restrições a determinado nutriente, a bebida deve conter menos de 0,5% dele em sua composição. No caso dos refrigerantes, a molécula retirada é o açúcar.

Zero
Embora mais empregado para itens livres de caloria, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconhece o termo como um sinônimo de diet. Seu uso, portanto, está mais relacionado ao apelo comercial.

Light
Segundo a legislação, todo produto light apresenta uma redução de ao menos 25% de algum nutriente em relação ao original. Nas latas, o alvo é, de novo, o açúcar. Na maioria das vezes, ele é totalmente subtraído.

(Fonte: Revista SAÚDE)