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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Secos e bombados

As frutas desidratadas desbancam suas versões frescas nos quesitos praticidade, validade e, o melhor, concentração de nutrientes. Mas será que elas são só maravilhas?

O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas no mundo. Mesmo com tanta abundância, apenas 24,1% da população consome os 400 gramas de vegetais por dia recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Muita gente culpa a falta de tempo pela escassez de bananas, laranjas e maçãs na dieta. E até dá pra reconhecer que, na correria, é mais simples estocar biscoitos na gaveta do escritório. Mas sabe o que também não amassa, não precisa descascar e dura um tempão? As frutas desidratadas. Pois é, além de não ficarem devendo nadinha em praticidade, delícias como a uva e a banana na versão passa são bem-vindas à saúde. "Elas mantêm os nutrientes e as fibras das frutas frescas", justifica a nutricionista clínica Luisa Simas, de Curitiba.
Na verdade, em certos aspectos, os tipos secos se mostram até mais vantajosos. Veja o que ocorre, por exemplo, ao comparar os teores de fibras, que facilitam o trabalho do intestino e ajudam a baixar o colesterol: enquanto 100 gramas da ameixa madura possuem 1,4 grama da substância, a desidratada chega a 3 gramas. É mais que o dobro. A ameixa seca, aliás, dá show quando é colocada à prova. Pesquisadores do King’s College London, na Inglaterra, analisaram diversos estudos com o alimento para entender seus reais efeitos na prisão de ventre. Concluíram, então, que passar três semanas consumindo 100 gramas da fruta seca por dia é suficiente para quem tem intestino preguiçoso ir com mais frequência ao banheiro. A consistência das fezes também melhora. Nesses pontos, ela bate até o Psyllium, uma fibra já consagrada no combate à constipação.
Só que esse está longe de ser o único motivo para investir nas frutas de aparência enrugada. "Diversos estudos mostram uma relação entre esses alimentos e o aumento de antioxidantes no sangue", conta o químico Joe Vinson, pesquisador da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos. Aliás, em uma experiência com 20 frutas, o expert viu que em 100 gramas das versões secas há bem mais desses ingredientes do que na mesma proporção dos alimentos frescos. Não custa lembrar que os antioxidantes nos defendem dos temerários radicais livres, moléculas que, em excesso, patrocinam uma série de encrencas - de doenças cardíacas a câncer.

O outro lado da moeda

Não são apenas fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais que ficam acumulados nas frutas secas. O açúcar também vem aos montes. "Por isso, elas são bem mais calóricas que as versões frescas", avisa Luisa. Enquanto uma maçã exibe 64 calorias, uma xícara dela desidratada chega a 104. Na pera, a história segue a mesma linha: 60 calorias de uma unidade in natura contra 144 de uma xícara da fruta seca. Para piorar, tamanha praticidade nos deixa tentados a comer além da conta. Não caia nessa armadilha. Segundo nutricionistas, o ideal é limitar o damasco seco a quatro unidades por dia. A uva-passa não deve exceder as duas colheres de sopa. E duas bananas desidratadas ou cinco unidades de ameixa seca já estão de bom tamanho.
Essa recomendação é crucial para os diabéticos, que já não se dão bem com os picos de glicose no sangue. Pessoas com esteatose hepática, problema marcado pela presença de gordura no fígado, também precisam ficar espertos. Isso porque o excesso de açúcar acaba convertido em depósito gorduroso no órgão. Nesses casos, é bacana misturar a fruta seca com uma fonte de proteína, como o iogurte natural, ou com castanhas, redutos de gorduras boas - táticas que atenuam os efeitos do açúcar. "Aí, a absorção da glicose se torna mais lenta", esclarece Luisa. "O diabético pode comer até meia xícara de fruta seca diariamente, desde que controle a glicemia", completa a nutricionista Lara Natacci, de São Paulo. Como você pode perceber, murchamos qualquer desculpa para não botar as frutas na rotina.

Frescas versus secas


As desidratadas pecam pelo açúcar, mas vencem em outros nutrientes

Banana

Fresca, ela já é campeã em potássio: 100 gramas carregam 358 miligramas do mineral. A mesma quantidade da banana-passa, no entanto, contém quase 1 500 miligramas da substância.

Ameixa

É aliada de quem tem intestino travado, por causa do elevado teor de fibras. Sua versão seca é duas vezes mais turbinada nesse quesito.

Damasco

É o menos calórico depois de desidratado: 100 gramas somam apenas 85 calorias. A mesma porção tem 60% mais potássio do que a fruta fresca.

Uva

Uma porção da passa concentra cinco vezes mais cálcio do que a mesma quantidade da fresca – e quase quatro vezes mais fibra.


Fonte: Revista Saúde

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Sete tons de xixi

Ficar de olho na cor da urina ajuda a flagrar doenças e identificar alterações na alimentação. Saiba o que as tonalidades costumam sinalizar.

Parece até um pouco nojento, mas é importante observar a cor do xixi. Uma vez que a urina reúne substâncias que até pouco tempo atrás estavam trafegando pelo corpo, ela revela informações pra lá de úteis sobre sua saúde. Conheça agora o que sete diferentes tons podem dizer sobre o estado do organismo:

Ligeiramente amarelo

É a cor ideal: significa que você está bebendo uma boa quantidade de água, o que é fundamental para diluir e descartar toxinas e o excesso de minerais. "Elementos como sódio, potássio e ureia são todos eliminados pela urina", explica o urologista José Carlos Truzzi, do Fleury Medicina e Saúde.
Transparente
Talvez o consumo de H2O esteja mais elevado do que o seu organismo realmente necessita - daí os rins retiram o excedente da circulação sanguínea. Se o quadro persistir, vale procurar um médico. "É comum que no diabete descontrolado, por exemplo, o indivíduo vá muito ao banheiro e libere um líquido incolor", relata Truzzi.
Amarelo-escuro ou castanho
Aqui é a situação contrária: a carência nos goles d'água faz o xixi ficar concentrado de ureia e companhia. "Em longo prazo, isso aumenta o risco de desidratação e cálculo renal", avisa Maria Alice Barcelos, nefrologista do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Para evitar complicações, basta caprichar na hidratação.
Laranja
"Remédios e suplementos vitamínicos podem deixar a urina nessa cor", conta o médico Cristiano Gomes, da Sociedade Brasileira de Urologia. Pigmentos de legumes como a cenoura e a abóbora têm efeito parecido, o que não causa problemas. Um laranja forte levanta suspeita de doenças no fígado.
Vermelho
Você comeu beterraba? Componentes dessa raiz tingem o xixi e as fezes. Mas aí não há nenhuma repercussão ruim no corpo. Em todo caso, é bom prestar atenção: a troca de cor também acontece pela presença de sangue. "Aí é preciso investigar, porque alguma estrutura do sistema urinário, como os rins ou a bexiga, pode estar doente", alerta Maria Alice.
Verde ou azul
A culpa recai sobre o corante azul de metileno, utilizado na fabricação de algumas medicações. Ele é excretado na urina, que, ao misturar as cores, ganha tons esverdeados ou azulados. Na bula dos medicamentos, você encontra informações sobre essas eventuais consequências. Aspargos e a cerveja verde, típica da Irlanda, provocam efeito semelhante.
Espumoso
É natural que, ao cair no vaso sanitário, a urina crie um pouco de espuma. Mas, se surgirem muitas bolhas, fique esperto: você provavelmente está eliminando proteína pelo xixi. "Isso não é normal e pede consulta com um médico", diz o nefrologista Nestor Schor, da Universidade Federal de São Paulo. Às vezes, o motivo é o excesso de proteína na dieta.
E o exame de urina?
O teste é simples e dá vários detalhes em relação à saúde. Ele acusa a concentração de várias substâncias e detecta elementos como sangue, glicose e células de defesa, o que auxilia no diagnóstico de quadros como diabete e infecções.

Fonte: Revista Saúde

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Alimentação com atenção especial e objetivos alcançados!


Muitas pessoas começam algum tipo de atividade, praticam por algum tempo e logo param, normalmente fazem isso mais de uma vez. A razão principal é a frustração de não conquistar o objetivo. Criamos mil facilidades para não sair do lugar: compras pela internet, comida congelada, elevador e escadas rolantes. 
Então tem início um ciclo: início da dieta (muitas vezes radical), perde-se muito peso rapidamente, assim a pessoa logo para, o peso retorna; a próxima tentativa é uma academia – mas como em sua grande maioria, o serviço é desmotivante, o número de faltas é enorme e você desiste de pagar porque não está te ajudando a perder peso. A frustração volta, você come mais. E o ciclo se repete.
Uma boa meta para emagrecer deve ter um objetivo alcançável, um plano de ação e um prazo. Queremos soluções incríveis com menos esforço e de preferência rápidas para problemas enormes. Seja fiel e disciplinado a sua nova meta. Compartilhe com sua família e amigos próximos, eles provavelmente irão te incentivar, talvez até querer participar e o comprometimento aumenta.
É muito comum ouvir a recomendação “procure um nutricionista!”. 
Quando e por que procurar esse profissional?
Muitas pessoas acham que o nutricionista é um profissional procurado somente para o emagrecimento. Fala-se em nutricionista e o primeiro pensamento que vem à cabeça é o de ficar sem comer, morrer de fome, uma tortura tremenda, mas, na verdade é muito diferente disso tudo. Dessa forma, quando falamos em procurar um nutricionista, queremos que sua alimentação receba uma atenção especial e seus objetivos sejam alcançados. 
A nutrição está presente em várias fases da vida, uma mulher que esteja esperando um bebê, precisa de uma alimentação muito mais balanceada com nutrientes certos para ajudar na formação do bebê. Da mesma forma quando estiver amamentando. A criança, a partir de 6 meses, precisa ter certos nutrientes incluídos na alimentação, adolescentes estão em fase de crescimento, adultos começam a ser mais sedentários e idosos precisam de uma alimentação muito personalizada. A nutrição não é sinônimo de fome, não está relacionada com abrir mão dos prazeres de consumir os alimentos de que mais gosta. O profissional de nutrição é o mais capacitado quando o assunto é alimentação e suplementação além de ser o único que, por lei, tem o preparo para prescrever uma “dieta” (plano alimentar).
Novo Ano, Nova Meta, 
Velha missão: Reeducação Alimentar!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!!


Durante esse Ano você foi mais que um paciente, foi um amigo, um companheiro que acreditou no meu trabalho e me presenteou com sua confiança. Desejo que o espírito Natalino o contagie e que a vinda de um novo ano o motive cada vez mais em sua busca pelo sucesso. Feliz Natal e Ano Novo, boas festas, muita paz, saúde e luz para essa nova etapa que está para começar, da qual quero fazer parte e estar presente sempre que necessitar.
Um grande Abraço!




segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sal engorda?


O abuso no tempero é acusado agora de promover até ganho de peso. Entenda o mais novo motivo para maneirar nesse e em outros redutos de sódio.

Quem aponta o dedo para isso são cientistas da Universidade Queen Mary, na Inglaterra e da Universidade de Pequim, na China. Em um estudo, eles recrutaram 1243 pessoas e colheram amostras da urina de todo mundo para medir a concentração de sódio. Os participantes ainda tinham que preencher um diário, em que relatavam o que comiam ao longo do dia.
Ao final da experiência, ficou evidente: os voluntários que consumiam uma maior quantidade de fontes de sódio (o tempero em si e produtos industrializados) eram justamente os mais gorduchos. Pelos cálculos, o aumento de 1 grama na ingestão de sal por dia elevava em 28% o risco de engordar nas crianças e em 26% nos adultos. E um detalhe importante: a carga calórica em si não teve influência nessa associação. Em outras palavras, sujeitos que não exageraram nos pratos, mas se excedem no sódio, poderiam ganhar tanto peso quanto os glutões.
Mas como é que o mineral, famoso pela relação com a pressão alta, teria um efeito desses na barriga? Ainda não há uma explicação definitiva, mas surgem boas pistas. Uma hipótese diz que o sódio interfere na forma com que o organismo usa seu estoque gorduroso. "Estudos anteriores com animais sugerem que o consumo exagerado da substância faria o corpo armazenar mais gordura", conta o cardiologista chinês Yuan Ma, que assina a nova pesquisa.
A sobrecarga do mineral também instiga a liberação de cortisol, o chamado hormônio do estresse. "E a elevação desses níveis na corrente sanguínea faz cair a concentração de outro hormônio, a adiponectina", explica o médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Complicou? Basta dizer que a adiponectina ajuda a evitar o ganho de peso.

Para não exagerar no sal, confira aqui algumas alternativas saudáveis:

Sal light: Possui 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio - a versão refinada tradicional tem 99% de sódio.
Sal marinho: Não passa pelo processo de refinamento. Em sua composição há um teor maior de flúor, cálcio, magnésio...
Sal rosa: Mais caro, vem das regiões montanhosas do Himalaia, na Ásia. Possui mais de 50 tipos de minerais.
Sal verde: Feito da planta Sarcocornia ambigua da Região Sul. Ainda em pesquisa, tem três vezes menos sódio que o sal de cozinha.
Temperos: Pimenta, cebola, alho, alecrim e tantos outros condimentos ajudam a dar um sabor especial às receitas e diminuem a necessidade de sal.


Fonte: Revista Saúde

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Chá de hibisco?


A bebida é feita a partir do cálice da flor de hibisco figura entre as favoritas para quem procura perder peso. E não é à toa: sua ação antioxidante é a principal responsável pela diminuição do acúmulo de gordura no corpo. "O chá contribui para que se acumule menos gordura na região do abdômen e nos quadris", explica Carolina Mantelli Borges, endocrinologista e metabologista da clínica de especialidades Integrada. "Isso acontece porque o chá de hibisco é capaz de reduzir a adipogênese, processo em que as células pré-adipócitas se convertem em adipócitos maduros capazes de acumular gordura corporal", completa. 
Além disso, o hibisco é rico em nutrientes, como cálcio, magnésio, potássio e fósforo, é levemente adocicado, dispensa o uso de adoçantes e/ou açúcar e tem ação diurética. "O cálice da flor utilizado para elaborar o chá é rico em vitamina B2, que auxilia na saúde da pele, ossos e cabelos e a vitamina B1, que juntas ajudam o nosso corpo na captação de energia nas células, principalmente ao auxiliar no metabolismo do oxigênio e da glicose, as principais fontes de combustível celular", explica a médica.
Porém o consumo do chá de hibisco requer atenção, principalmente para quem tem problemas de pressão e também para mulheres em idade fértil. "Como qualquer outra planta, o hibisco em chá pode causar toxicidade se for consumido em doses excessivas, pois tudo o que ingerimos precisa ser metabolizado e eliminado pelo fígado e rins", alerta Carolina. O limite de ingestão diária não é ainda um consenso entre os especialistas, que varia de 200 ml por dia até de três a quatro xícaras (chá) meia hora antes das principais refeições. Para cada caso a quantidade é específica, mas o excesso (como quase tudo na vida) pode sim trazer problemas para a saúde.

Riscos para a fertilidade

Se você já ouviu alguém falando sobre isso, saiba que é verdade. Existem estudos que mostram que o hibisco tem componentes que interferem nos níveis de estrogênio alterando-os, sugerindo até mesmo seu uso como anticoncepcional. "Para as mulheres que sofrem com a TPM e outras condições do sistema endócrino, o chá de hibisco pode causar piora e até dificuldade para engravidar, ao interferir no processo de ovulação. Por este motivo, também deve ser evitado no período de gravidez". 
A orientação da médica é limitar o consumo a um copo de 200 ml de chá por dia, preparados com quatro ou seis gramas da flor seca (uma colher de chá) - igual a dois ou três sachês. "Mesmo assim homens e mulheres precisam ter cuidado antes de inseri-lo no cardápio, pois seu consumo regular pode alterar os níveis hormonais no organismo e trazer complicações." Já gestantes e lactantes devem evitar a bebida, que apresentou ação mutagênica em alguns estudos, ou seja, significa que pode interferir na estrutura dos genes do bebê. E é melhor não correr o risco, certo?

Pressão baixa x pressão alta

Existem estudos que afirmam o benefício do consumo do chá de hibisco em pacientes que têm pressão alta, principalmente por ter uma ação diurética que ajuda a eliminar alguns eletrólitos que são responsáveis pela alteração, como magnésio, cálcio, potássio e sódio. Sendo assim, quem já tem problemas de pressão arterial baixa podem sofrer ainda mais com a hipotensão. Já quem tem hipertensão e toma medicamentos para a doença também deve evitar o consumo: o remédio ajuda a baixar a pressão, bem como o chá, resultando em uma redução maior do que a necessária, potencializada pelo efeito diurético.

Mal estar

A hipotensão é o único efeito colateral confirmado do chá de hibisco, mas algumas pessoas podem experienciar outros males como tontura, enjoo, escurecimento da visão, sensação de fraqueza e até desmaios. "Por ter ação diurética, o consumo em excesso pode fazer com que a pessoa elimine muito eletrólitos, nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo composto principalmente por cálcio, potássio, sódio e magnésio. Logo a falta dessas substâncias pode levar à desidratação", afirma a Dra. Carolina Borges.
Como qualquer outro alimento, você deve ficar de olho se sentir qualquer mal estar ou alterações no seu corpo com o consumo do chá - e procurar um profissional para orientá-la.


(Fonte: Revista Saúde)

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Pão natural sem carboidrato e sem glúten! LOW CARB

APROVADO!
 
Ingredientes
- 1 xícara (chá) de amêndoas sem casca
- 1/3 xícara (chá) de linhaça
- 1/3 xícara (chá) de semente de girassol sem casca
- 300g de cream cheese ou maionese
- 4 ovos
- 1 xícara de chá de queijo ralado
- 1 colher de sopa de especiarias como orégano ou manjericão (opcional)
- 1 colher (chá) sal
- 3 colheres (chá) de fermento químico em pó
- óleo e linhaça para forrar a forma

1. Coloque as amêndoas, a linhaça e as sementes de girassol no liquidificador ou processador e bata até ficar um pó/farinha.

2. Misture a farinha com sal e temperos.
 
3. Misture com uma colher em uma tigela o cream cheese ou maionese e os ovos até ficar uma mistura lisa, depois adicione o queijo ralado.

4. Adicione a farinha na mistura de ovo e queijo.

5. Acrescente o fermento por último e mexa muito bem.

6. Forre uma forma com óleo e linhaça e despeje a massa do pão.

7. Leve ao forno em 180 graus por 40 a 50 minutos.

8. Deixe esfriar. Pronto!

* Poucos dias de validade;
* Sem conservantes;
* Opção: armazenar no freezer e só tirar a parte que será servido na refeição;
* Pode ser descongelado no micro-ondas ou torradeira.


(fonte: receita rápida 24h)

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Leites vegetais.

 
Elas vieram de mansinho, na cola do leite de soja, e ganharam cada vez mais espaço nas prateleiras do supermercado. Estamos falando das bebidas feitas com extrato de cereais, sementes e oleaginosas, a exemplo de arroz, aveia e amêndoas. Por causa da coloração e da textura semelhantes às do leite de vaca, passaram a ser chamadas de leites vegetais. O que mais tem atraído o consumidor nessa categoria é a ausência de lactose e, na maioria dos casos, de glúten, substâncias que caíram em descrédito e sumiram da mesa de muita gente.
E essas bebidas carregam vantagens que agradam à saúde de qualquer um, como o baixo teor de gorduras saturadas e a forte presença de fibras, que ajudam no controle do colesterol e no funcionamento do intestino. As fórmulas ainda costumam contar com magnésio e vitaminas do complexo B, aliados do sistema nervoso. Até aí, tudo fantástico. Mas a história tem seus poréns. Um dos alertas vem do médico Paulo Henkin, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia: "Muitas vezes esses extratos são até mais calóricos do que o leite, por causa do teor de gorduras insaturadas. Sem falar que podem ser um problema para os alérgicos a oleaginosas".
Na hora de decifrar a embalagem, um nutriente que requer avaliação minuciosa é o cálcio, tão essencial para os ossos e dentes que sua ausência encurta o caminho para a osteoporose. Ainda que alguns extratos vegetais sejam enriquecidos com esse mineral, nem sempre a quantidade é suficiente para nos auxiliar a atingir a meta de consumo diário, que é de 1 mil miligramas. E olha o drama: 100 gramas de arroz concentram míseros 4 miligramas de cálcio, por exemplo. Só para comparar, um copo de leite de vaca costuma ter entre 250 e 350 miligramas do mineral.
É por essas e outras que os especialistas afirmam que as bebidas vegetais não devem ser vistas como substitutas dos laticínios tradicionais para todo mundo. E, a fim de evitar confusões, o certo seria chamá-las de extrato -- não de leite. Falando assim, até parece que há uma puxação de saco pro lado do produto da vaca. Na verdade, o ideal é enxergar esses alimentos como coisas diferentes, mas que podem se complementar e, de quebra, permitir novas experiências gastronômicas. Veja, agora, esses tais leites vegetais:
 
CASTANHA DE CAJU
Destaque: tem magnésio e antioxidantes.
Desvantagem: a casca pode disparar reações alérgicas em algumas pessoas.
Como consumir: em receitas, puro ou batido com frutas.
 
ARROZ
Destaque: presença de vitamina D e baixas calorias.
Desvantagem: feito em casa, o extrato fica pobre em cálcio e proteínas.
Como consumir: por ser mais ralo, vale usar em receitas de molhos, pães e bolos.
 
AMÊNDOA
Destaque: rico em potássio, magnésio e fibras.
Desvantagem: seu cálcio não é tão bem aproveitado pelo corpo.
Como consumir: de sabor suave, pode ser consumido puro ou adoçado com mel.
 
SOJA
Destaque: é fonte de potássio e magnésio.
Desvantagem: a isoflavona, em excesso, pode causar alterações hormonais.
Como consumir: em receitas doces ou batido com frutas.
 
AVEIA
Destaque: possui fibras, vitamina E e outros antioxidantes.
Desvantagem: o excesso pode causar flatulência.
Como consumir: puro, batido com frutas ou com cereais.
 
QUINUA
Destaque: reúne proteínas, cálcio e ferro.
Desvantagem: é um tantinho mais calórico.
Como consumir: em receitas doces e salgadas ou batido com frutas.
 
NOZES
Destaque: fornece vitamina E e gorduras boas.
Desvantagem: o sabor é muito acentuado.
Como consumir: em receitas doces ou batido com banana e aveia.
 
 
(FONTE: REVISTA SAÚDE)