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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!!


Durante esse Ano você foi mais que um paciente, foi um amigo, um companheiro que acreditou no meu trabalho e me presenteou com sua confiança. Desejo que o espírito Natalino o contagie e que a vinda de um novo ano o motive cada vez mais em sua busca pelo sucesso. Feliz Natal e Ano Novo, boas festas, muita paz, saúde e luz para essa nova etapa que está para começar, da qual quero fazer parte e estar presente sempre que necessitar.
Um grande Abraço!




terça-feira, 16 de setembro de 2014

Rúcula, alface-americana e agrião.

Os três são boas fontes de potássio, fibras e minerais.


Apesar de ter um vencedor, este é um daqueles embates em que todos os competidores mereciam levar o troféu. Os três vegetais devem aparecer no cardápio, isso porque são levinhos, levinhos e concentram substâncias importantes para o corpo. Por exemplo, o trio - com destaque para a rúcula - esbanja potássio, um mineral que aumenta a elasticidade da parede das artérias, contribuindo para a saúde do coração. O fósforo, detectado em doses mais elevadas no agrião, trabalha lado a lado com o cálcio para manter a integridade óssea. A alface, apesar de só ganhar no quesito calorias, parece ser a parceira ideal de quem sofre com insônia, já que a lactupirina e a lactucina, moléculas presentes no caule e nas folhas, são consideradas calmantes naturais. Por essas e outras, o ideal é revezar essas verduras no prato todos os dias, no almoço e no jantar. Só evite refogá-las. "Assim não há risco de perder nutrientes", avisa a nutricionista Lucy Aintablian Tchakmakian, do Centro Universitário São Camilo.

Veja a comparação de 100 gramas de cada vegetal de acordo com a tabela brasileira de composição de alimentos (Taco/Unicamp).

 

Energia

Alface - 9 cal
Rúcula - 13 cal
Agrião - 17 cal

Proteínas

Agrião - 2,7 g
Rúcula - 1,8 g
Alface - 0,6 g

Fibras

Agrião - 2,1 g
Rúcula - 1,7 g
Alface - 1 mg

Fósforo

Agrião - 51 mg
Rúcula - 25 mg
Alface - 19 mg

Potássio

Rúcula - 233 mg
Agrião - 218 mg
Alface - 136 mg

Magnésio

Agrião - 18 mg
Rúcula - 18 mg
Alface - 6 mg

Placar SAÚDE

Agrião 4 x Rúcula 2 x Alface 1
Apesar de o agrião sair na frente, a alface e a rúcula também devem estar no cardápio.

(Fonte: Revista SAÚDE)


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Refrigerante zero!!

A suspeita é que essas bebidas financiam o ganho de peso ao enganar um órgão-chave para o sucesso da dieta: o cérebro.

Se você não conseguir deixar de beber refrigerante, consuma-o com moderação. Evite, por exemplo, tomá-lo nas refeições.


Recentemente, a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriu, ao analisar dados de mais de 23 mil pessoas, que a parcela acima do peso e obesa tomava mais refrigerante diet e zero do que os voluntários em forma. O grupo também engolia mais alimentos sólidos - e, ao que tudo indica, existe um elo entre a comilança e a ingestão desse tipo de refresco. "As evidências sugerem que os adoçantes, muito presentes nessas bebidas, desajustam o sistema de recompensa do cérebro, deixando-o sem uma medida confiável de quanta energia consumiu e de quanta precisa ingerir", analisa Sara Bleich, especialista em saúde pública e uma das autoras do trabalho.

O que acontece no organismo?

Isso ocorre porque esse sistema é regulado pelo neurotransmissor dopamina - molécula intimamente ligada a estímulos prazerosos - e seus receptores. Quando comemos um alimento açucarado, por exemplo, o nível de dopamina vai às alturas, trazendo a sensação agradável que nos incentiva a comer mais. Ocorre que o adoçante gera uma reação similar sem oferecer a tão buscada energia. "A substância criaria uma expectativa por calorias no cérebro. Só que, como esse aporte não vem de fato, ele incitaria a busca por outros alimentos", esclarece Ivan de Araújo, neurocientista da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Ou seja, abusar das latinhas pode abrir o apetite e, no fim das contas, somar quilos na balança.
Para complicar, já se sabe que os adoçantes são capazes de potencializar o armazenamento das calorias vindas das refeições. É que, ao sentir o sabor deles, a língua manda um sinal à cabeça, que prepara nossas células para receber energia. "Se ela não vem, tendemos a absorver mais as calorias dos alimentos que ingerimos junto com a bebida", detalha Thaianna Sant’Anna, nutricionista da clínica carioca Valéria Pascoal.


Diet, zero ou light?

Na prática, quase nada muda entre as três versões magras do refri.

Diet
Criada para aqueles que possuem restrições a determinado nutriente, a bebida deve conter menos de 0,5% dele em sua composição. No caso dos refrigerantes, a molécula retirada é o açúcar.

Zero
Embora mais empregado para itens livres de caloria, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconhece o termo como um sinônimo de diet. Seu uso, portanto, está mais relacionado ao apelo comercial.

Light
Segundo a legislação, todo produto light apresenta uma redução de ao menos 25% de algum nutriente em relação ao original. Nas latas, o alvo é, de novo, o açúcar. Na maioria das vezes, ele é totalmente subtraído.

(Fonte: Revista SAÚDE)