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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Diabete: é o fim da picada.

Um sensor do tamanho de uma moeda de 1 real, grudado na parte de trás do braço, mede a glicemia por meio de uma microagulha flexível e indolor, quase tão fina quanto um fio de cabelo. Esse é o dispositivo que promete revolucionar o jeito de monitorar o diabete. Com previsão de chegada ao país no primeiro trimestre de 2016, o FreeStyle Libre System, da americana Abbott, é a tecnologia mais palpável entre as alternativas que estão em desenvolvimento para aliviar a rotina de quem precisa ficar de olho vivo nos níveis de açúcar no sangue. Alívio, no caso, significa acabar com as picadas no dedo.
 

Minuto a minuto

 
A todo minuto, o sensor colhe logo abaixo da pele dados do líquido intersticial, fluido que fica em contato com as células. As informações são armazenadas em um chip e, depois, transmitidas por rede sem fio para um monitor portátil, onde são visualizadas. Ele funciona assim ao longo de 14 dias - e não precisa tirá-lo para tomar banho ou dormir. "Além de oferecer alta precisão sem impor desconfortos, o produto faz um monitoramento constante e reúne informações fundamentais para o médico debater com o paciente, como o ajuste dos remédios", elogia o endocrinologista Márcio Krakauer, coordenador do Departamento de Novas Tecnologias da Sociedade Brasileira de Diabetes.
 

Mais adesão ao tratamento

 
Manter a glicemia sob controle é o grande desafio do diabético e o que determina se ele conseguirá se livrar das complicações da doença. Mas o incômodo de furar a ponta dos dedos repetidas vezes ao dia com os glicosímetros atuais faz muita gente abrir mão do monitoramento na frequência exigida, comprometendo o próprio tratamento. Para ter ideia, os clínicos estimam que mais da metade dos diabéticos não realiza esse acompanhamento direito. O sensor subcutâneo promete driblar essa resistência e ainda ajudar aqueles indivíduos mais esquecidos.
O que empolga mesmo os profissionais, porém, é a capacidade de o dispositivo aglutinar diversos dados sobre o sobe e desce da glicemia. "Ao aproximar o monitor do sensor, você obtém três informações importantes: a medição da glicose naquele instante, o histórico nas últimas oito horas e um indicativo de para onde essa curva irá", explica Sandro Rodrigues, gerente da divisão de diabete da Abbott Brasil.
 

Sem dor

 
Não se espante com o termo microagulha que apareceu aí atrás. O sensor é colado em uma porção do braço que é também a região do corpo com menos terminações nervosas. É por isso que 80% dos usuários não relatam nenhum incômodo durante a instalação, feita por um aplicador similar a um carimbo. Passadas as duas semanas de validade, um novo sensor deve ser adquirido e colocado de preferência no outro braço para evitar possíveis irritações. Nenhuma outra perfuração é necessária porque o produto já vem devidamente calibrado.
 

Autorizado pela Anvisa

 
O produto da Abbott já tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, e aguarda a licença da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, porque usa rede sem fio. Embora não tenha contraindicações, a tecnologia não está liberada para gestantes e crianças porque ainda faltam estudos com essas populações. A confiança no dispositivo foi comprovada nas pesquisas para validar seu registro: sua precisão é 10% superior à dos aparatos que se valem das picadas.
Na Europa, onde foi lançado simultaneamente em sete países no final de 2014, o kit com o sensor e o monitor de leitura custa cerca de 59 euros (o que dá cerca de 200 reais). O usuário compra apenas uma vez o leitor. Só é preciso pagar por um leitor novo a cada 14 dias. A procura por lá foi tão expressiva que o produto anda em falta. No Brasil, o preço não foi definido, mas Abbott prevê que o gasto em relação aos glicosímetros não será muito maior. Um diabético que faz cinco medições diárias, por exemplo, despende por mês em torno de 315 reais com o método tradicional. Com o FreeStyle, gastaria uns 380 reais para comprar dois sensores subcutâneos (28 dias de uso) - isso se o aparelho chegar ao Brasil com preço equivalente ao da Europa.
 

Como funciona o novo sistema


1. Com um carimbo de aplicação, o sensor é instalado na parte de trás do braço. Um adesivo garante que ele não desgrude em contato com a água.
2. Uma microagulha quase tão fina quanto um fio de cabelo é introduzida e fica em contato com o líquido intersticial, de onde verifica a glicemia.


3. O monitor de leitura é aproximado do sensor para pegar as informações do seu chip. Elas são transmitidas por rede sem fios e visualizadas no ato.
4. Além da glicose do momento, o aparelho informa o histórico das últimas oito horas e indica como a curva de glicemia deve se comportar.


(Fonte: Revista SAÚDE)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Diabéticos: não pulem o café da manhã!


Na Universidade de Tel Aviv, em Israel, pesquisadores descobriram que não realizar a primeira refeição do dia culmina em picos de açúcar no sangue. No estudo, 22 diabéticos do tipo 2 com cerca de 56 anos fizeram um almoço e um jantar equilibrados por dois dias. Porém, em um dia eles tomaram o café da manhã e, no outro, jejuaram até o almoço. Aí, os cientistas notaram diferenças gritantes entre as flutuações de glicose nessas duas situações. Sem o lanche matinal, os níveis glicêmicos após o almoço e o jantar eram muito altos. Ou seja, cortar certos alimentos no almoço e no jantar não irá reduzir a glicemia por si só caso o desjejum não aconteça. 
 

Três jeitos de acabar com o jejum matinal

+ Aos apressados: deixem sobre a mesa, já na noite anterior, a louça e os talheres do café, assim como alimentos que não apodrecem, a exemplo dos pães.
+ Quem arrasa no jantar costuma despertar sem fome. Que tal maneirar à noite, tomando uma sopa, para ter apetite de manhã?
+ Comece aos poucos. Um copo de leite ou uma fruta nos primeiros dias tendem a acabar com a preguiça matutina do aparelho digestivo.
 
(Fonte: Revista SAÚDE)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O creme certo para a pele de quem tem diabetes.

Quando se tem excesso de açúcar no sangue, geralmente a pele fica mais seca e sujeita a problemas, e demanda cuidados especiais. Entenda essas peculiaridades e o que deve ser feito para mantê-la bonita e saudável.
 
Boa parte dos 13 milhões de brasileiros com diabetes, talvez por relacionar sua condição a panes no coração e no pâncreas, não cuida direito de outro órgão que sofre com a sobrecarga de glicose na circulação: a pele. Um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, analisou 403 pessoas com o distúrbio e mostrou que 81% tinham algum tipo de encrenca cutânea. "Com altos índices de açúcar no sangue, a pele cede um pouco de água para o resto do organismo e se desidrata", explica a dermatologista Vanessa Cunha, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Acontece que a secura deixa esse tecido cheio de rachaduras que servem de entrada para micróbios. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, infecções na superfície do corpo são as mais comuns entre indivíduos com a doença. "E, quando a glicemia está descontrolada, eles ficam ainda mais suscetíveis a essas complicações", avisa o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da USP de Ribeirão Preto.
Um sangue pra lá de doce também dificulta a cicatrização e lesa terminações nervosas em alguns cantos do corpo, tirando parte da sensibilidade usual. Resultado: uma feridinha qualquer na perna tem maior risco de passar despercebida e agravar-se. "Desconsiderando acidentes, o diabete é a principal causa de amputação", lamenta Couri.
 

Os cremes ideais

Para deixar a derme hidratada e íntegra, o diabético pode, sim, recorrer aos cremes. Pesquisadores da Universidade de Liège, na Bélgica, inclusive conduziram uma revisão para mensurar o efeito de certos produtos nessa população. E notaram que o uso adequado de alguns deles ajuda, de fato, a diminuir a incidência de problemas cutâneos. Mas aí é que está: nem todo creme faz bem à turma do diabete. Itens repletos de ureia são contraindicados, por exemplo. "Só formulações com menos de 10% dessa substância são efetivas como hidratantes", afirma Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Acima desse percentual, a ureia gera uma esfoliação que lesa aquela pele já fragilizada", esclarece Vanessa.
Hoje, existem cosméticos destinados a quem possui muito açúcar trafegando pelos vasos - como o Hidrastar, lançado recentemente pela farmacêutica Sanofi-Aventis. Eles costumam concentrar três tipos de moléculas: as oclusivas, que formam uma película para impedir o ressecamento; as que limitam a ação das bactérias; e as umectantes, que hidratam pra valer. Agora, para vários especialistas, os diabéticos até podem usar cremes comuns - desde que contenham uma baixíssima concentração de ureia e sejam recomendados por um médico. "E, claro, eventuais irritações decorrentes dos produtos precisam ser reportadas", adverte Samanta Nunes, dermatologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Além de passar loções, é essencial evitar banhos escaldantes e se exceder no uso do sabonete. "As mulheres não devem ainda tirar a cutícula, já que isso contribui para infecções", completa Samanta. Por último - e não menos importante -, nunca descuide dos níveis de glicose. "O diabete, se bem controlado, dificilmente provoca lesões na pele", sentencia Couri.
 

Atenção redobrada aos pés

Sem proteção e higiene adequada, eles ficam predispostos a machucados e infecções capazes de gerar consequências graves. "Fungos embaixo das unhas podem até levar à amputação", exemplifica Vanessa. Por isso, calce sapatos confortáveis e meias de algodão, seque bem os pés e fale com o médico a qualquer sinal de ferida. Cremes também devem ser aplicados, porém sem exagero entre os dedos. Caso contrário, a região fica úmida demais, algo propício a micoses.
 
 
(Fonte: Revista SAÚDE)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Dieta Detox.


Ela promete limpar o corpo de toxinas e promover a perda de peso num passe de mágica. Mas será que cumpre mesmo essa função? Conheça os riscos e os cuidados necessários antes de aderir a esse regime.
 

1) O que é a dieta detox?

O termo “detox” vem de desintoxicar. Isso porque o objetivo desse plano alimentar é ajudar o organismo a se livrar de toxinas que seriam resultado do consumo excessivo de alimentos gordurosos, cheios de açúcar ou até de bebida alcoólica.

A variedade de menus da dieta detox é grande: há cardápios à base de sucos, sopas, chás e também alimentos sólidos. Todos eles têm em comum a ingestão de frutas e verduras e a eliminação de itens considerados uma ameaça à saúde, a exemplo de industrializados, frituras e conservantes.

2) Ela é eficaz?

Uma das principais promessas da dieta detox é o emagrecimento rápido. O problema é que, para muitos especialistas, essa não é a maneira mais correta e eficaz de derrubar o ponteiro da balança. Além disso, por serem hipocalóricas - isto é, com pouquíssimas calorias - as dietas detox propiciam o chamado efeito sanfona, principalmente se feitas por muito tempo e sem orientação. "Com o baixo fornecimento de calorias, o corpo mobiliza a gordura do tecido adiposo para as células, a fim de transformá-la em energia", esclarece a nutricionista Sandra Chemin, coordenadora do curso de nutrição da Universidade São Camilo, em São Paulo. Isso pode até parecer bom, mas a história não acaba aí. É que, ao voltar a comer como antes, a gordura retorna para as células onde estava armazenada. Em outras palavras, a pessoa engorda de novo - e, muitas vezes, isso acontece até com maior intensidade após um período de alta restrição calórica.


3) As dietas detox oferecem algum perigo para a saúde?

Quando feitas sem o acompanhamento de um médico ou nutricionista, sim. O alerta vale principalmente para os cardápios líquidos, que abrem portas para o desequilíbrio de vitaminas e minerais. "Iniciar a dieta com uma deficiência nutricional pode ser perigoso", alerta a nutricionista Márcia Reis Fernandes, coordenadora do curso de nutrição da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Por isso, é uma boa checar com um médico se está tudo em ordem com os seus exames.
Se você é daquelas que levam uma vida ativa no trabalho ou praticam bastante atividade física, passar alguns dias consumindo basicamente sucos e chás não é uma boa ideia. É provável que o resultado seja episódios de tontura, fraqueza, mal-estar ou até desmaios. Isso porque essas preparações são pobres em calorias e, portanto, não garantem o aporte de energia necessário para aguentar o tranco o dia a dia.
E tem mais: diversos estudos demonstram que basear a dieta em sucos não é uma boa escolha se o seu objetivo é afastar o diabetes. É que eles apresentam menos fibras quando comparados à fruta inteira. Com isso, o índice glicêmico da bebida aumenta - o que significa que, após seu consumo, o teor de glicose no sangue se eleva rapidamente. Para controlar a situação, mais insulina é liberada. Acontece que esses picos de glicose e insulina podem gerar uma resistência à ação do hormônio, aumentando o risco de diabetes. Daí porque pessoas portadoras desse distúrbio devem se manter longe de dietas como essa.

4) O corpo precisa mesmo de uma ação detox pela dieta?

"Por meio de reações químicas, o fígado já exerce a função de se livrar das tais toxinas", lembra David Heber, que também é professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos. Por outro lado, certos alimentos podem, sim, dar uma força ao organismo nesse processo. "Brócolis, couve-flor e raiz-forte, por exemplo, são ricos em antocianinas, que intensificam a presença de enzimas responsáveis pela desintoxicação", informa o médico. Outros itens cheios desses nutrientes são aqueles de casca vermelha ou roxa, como berinjela, uva e cereja.
Mas que fique claro: para tirar proveito de tudo isso, é preciso consumir esses alimentos com frequência, e não só no período em que você estiver tentando compensar os exageros do fim de semana.

5) Como saber se a dieta detox é a melhor para mim?

Consulte um especialista para se certificar de que você realmente precisa adotar esse regime. Além de identificar eventuais restrições - como diabetes ou déficits nutricionais - só ele poderá orientar a melhor maneira de incluir os alimentos propostos por esse modelo alimentar na sua rotina, sem prejudicar a sua saúde. Mas vale frisar: consuma, pelo menos, cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes sempre. E não se esqueça de praticar atividade física regularmente.

(Fonte: Revista SAÚDE)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Canela.


A canela, famosa pelos benefícios à saúde, carrega um poderoso efeito para o emagrecimento: é termogênica!

Docinha, docinha... Assim é essa dieta. Mas não se engane: a protagonista está longe de ser o açúcar e você a conhece bem. É a canela. "Termogênica, ela aumenta a temperatura do corpo, facilitando a queima de gordura -, tem ação anti- inflamatória e ainda dá saciedade", diz a nutricionista Ana Fornari, da Camomila Consultoria em Nutrição. E mais: estudos apontam que ½ colher (sopa) de canela em pó por dia é suficiente para você sentir os efeitos na dieta em um mês.


Amiga da sua saúde 

É antioxidante
"A canela protege os lipídios (gordura) e proteínas da oxidação e impede a formação de radicais livres", diz Ana Fornari. Na prática: a especiaria ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares.

Regula o colesterol
Um estudo americano concluiu que ½ colher (sopa) de canela em pó por dia por seis meses reduz até 10% do colesterol ruim. A explicação está na ação antioxidante do condimento.

Previne o diabetes
"Os extratos da canela potencializam a atividade da insulina, melhorando o metabolismo da glicose", explica a nutricionista. Isso ajuda na prevenção da doença.

Combate a celulite
A canela diminui a inflamação dos tecidos. Em outras palavras, ela é um desses alimentos poderosos que deixam a pele lisinha e combatem os temidos furinhos. Gostou, né?

Sobremesa permitida

· Quando bater aquela vontade de comer um doce, aposte na canela para a sobremesa. Ela dá saciedade, acaba com a gula e ajuda a queimar calorias! Veja as nossas sugestões:

· Salpique canela em pó nas frutas. Fica uma delícia na banana assada.

· Em bebidas quentes, como chás, a versão em pau dá mais sabor!


· Substitua a calda de chocolate por canela em pó em bolos light ou sorvetes light. O sabor é uma delícia com bem menos calorias.

A canela é termogênica e ainda dá saciedade!


(Fonte: Revista VIVA!MAIS)

sábado, 27 de setembro de 2014

16 alimentos industrializados campeões em sal e açúcar!


Itens cheios desses ingredientes patrocinam males como obesidade, hipertensão e diabetes.
E acredite: você os consome diariamente. Confira.
 
Quantidades recomendadas
 
Açúcar:
Crianças e idosos: 50 g
Adolescentes: 75 g
Mulheres: 60 g
Homens: 70 g

Sal :
Segundo a Organização Mundial da Saúde, adultos saudáveis podem ingerir até 5 g de sal por dia. Isso equivale a pouco menos de 3 colheres (café).


Veja a seguir 10 alimentos que carregam altas doses de sal.

Caldo de carne
1 cubo de caldo de carne (9g) equivale a 2,5 colheres (café) de sal.

Lasanha congelada à bolonhesa
1 lasanha congelada à bolonhesa (650g) equivale a 2 colheres (café) de sal.

Macarrão instantâneo
1 pacote de macarrão instantâneo (85g) é o mesmo do que 3,5 colheres (café) de sal.

Salgadinho de milho
1 pacote de salgadinho de milho (175g) equivale a 1,5 colher (café) de sal.

Hambúrguer
1 hambúrguer bovino (80g) possui 1 colher (café) de sal.

Bacalhau
O bacalhau (100g) tem 1,5 colher (café) de sal.

 
Veja a seguir 10 alimentos que carregam altas doses de açúcar.

Achocolatado em pó
3 colheres (sopa) de achocolatado em pó equivalem a 2 colheres (sopa) de açúcar.

Bala de caramelo
2 balas de caramelo são o mesmo do que 2 colheres (sopa) de açúcar.

Chocolate ao leite
1 barra de chocolate ao leite carrega 3,5 colheres (sopa) de açúcar.
 
Chocolate branco
1 barra de chocolate branco (100g) possui 4 colheres (sopa) de açúcar.

Barra de cereal
1 barra de cereal equivale a 1/2 colher (sopa) de açúcar.

Biscoito recheado
2 biscoitos recheados equivalem a 2 colheres (sopa) de açúcar.

Frutas cristalizadas
Um punhado dessas frutas (50g) tem o mesmo do que 2,5 colheres (sopa) de açúcar.

Refrigerante
1 lata de refrigerante (350 ml) equivale a 3 colheres (sopa) de açúcar.

Suco industrializado
1 copo de suco industrializado carrega 1,5 colher (sopa) de açúcar.

Leite condensado
1 lata de leite condensado (395g) equivale a 13 colheres (sopa) de açúcar.
 
(Fonte: Revista ANAMARIA)

 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Adoçante: descubra o que é mito ou verdade?

 
1. Todo mundo pode consumir
Mito. Quem tem pressão alta ou insuficiência renal deve verificar as taxas de sódio. "A sacarina e o ciclamato têm níveis elevados dessa substância", diz a nutricionista funcional Luciana Harfenist. Esses adoçantes também devem ser evitados por mulheres com tendência à retenção de líquido. Já o aspartame é proibido para portadores da fenilcetonúria, doença genética que provoca o acúmulo da fenilalanina (composto encontrado nas proteínas) no organismo.


2. Já que tem pouca caloria, posso tomar à vontade
Mito. É importante não exagerar para não ter problemas. "Maneire também nos refrigerantes, iogurtes, bolos e balas diet. Eles também têm bastante adoçante na composição", alerta Luciana. Mas é muito difícil ultrapassar a dose diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é bem alta. Veja só: um adulto de 70 kg pode consumir 92 sachês de aspartame por dia ou 105 de sucralose.


3. Faz mal à saúde
Depende. "Se respeitada a dose diária recomendada, não apresenta dano à saúde", diz José Alves Lara Neto, membro da Associação Brasileira de Nutrologia. Para Luciana, por conter substâncias artificiais, só deveria usar quem realmente necessita (diabéticos e obesos): "A longo prazo, podem causar alergias, enxaqueca e mudança no paladar".


4. Stévia e sucralose são os mais recomendados
Verdade. A stévia é natural, então, pode ser ingerida até por gestantes e crianças. Segundo estudos, a sucralose também não apresenta nenhuma ressalva.


5. Dá câncer
Mito. "Não existem estudos científicos concluídos que provem isso", explica o nutrólogo.


6. Engorda
Depende. Adoçantes têm zero ou poucas calorias. Mas há estudos que sugerem que o consumo constante interfere na regulação natural da fome. "Quando comemos um alimento adoçado artificialmente, nosso corpo se prepara para receber um doce, mas esse açúcar não vem. Isso provoca alterações na saciedade e faz com que comamos mais, ou seja, acabamos engordando", afirma a nutricionista.


Quem é quem no mundo dos adoçantes

- Os adoçantes foram criados para substituir o açúcar e ajudar, assim, no tratamento de diabéticos.


Aspartame
Composto de dois aminoácidos naturalmente encontrados nos alimentos, ele adoça 200 vezes mais do que o açúcar. Ele não suporta altas temperaturas (perde as propriedades), então não utilize esse tipo para cozinhar.

Sacarina e ciclamato
Quase sempre usados juntos, são adoçantes artificiais e resistem a altas temperaturas. Têm poder de adoçar 500 vezes mais que o açúcar.

Stévia
Adoçante natural, extraído de uma planta nativa da fronteira do Brasil com o Paraguai. Tem sabor amargo e adoça 300 vezes mais que o açúcar.

Sucralose
Elaborada a partir da modificação da molécula do açúcar, não é absorvida pelo organismo. É 600 vezes mais doce que o açúcar.



(Fonte: Revista SAÚDE)