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segunda-feira, 7 de março de 2016

O segredo dos magros saudáveis


A epidemia da obesidade - apesar de a expressão já estar até gasta - continua fora de controle. Segundo a Federação Mundial de Obesidade, se 11,5% dos adultos estavam bem acima do peso em 2011, esse número subiu para 13% em 2014. Nesse ritmo, 17% da população com mais de 18 anos estará assim daqui a dez anos. Vivemos em um ambiente que desestimula a atividade física e fomenta a alimentação calórica.

Prepare-se para espiar a vida dos magros saudáveis:

Dados da pesquisa:
  • 147 participantes
  • 118 mulheres
  • Altura média: 1,68 m
  • Peso médio: 61 kg
  • 43% deles tinham 41 anos ou mais
  • 33% tinham entre 26 e 40 anos
  • 24% ficaram abaixo dos 25 anos

1. Eles não pulam o café da manhã

Sair de casa sem comer nadinha? Essa definitivamente não é uma opção para a maioria dos entrevistados no estudo - 96% relataram ter o hábito de tomar café da manhã. Pesquisas mostram que quem faz essa refeição tende a ganhar menos peso porque ingere uma quantidade menor de calorias ao longo do dia. E tudo indica que essa economia conta muito. Em uma análise recente da Universidade de Nova York, nos EUA, cientistas avaliaram 2 132 adultos e concluíram que pular o café representou um almoço com 202 calorias extras para os homens e 121 para as mulheres. Em um mês, isso representaria aproximadamente 4 800 calorias a mais. É muita coisa. Contudo, para que o desjejum seja um aliado durante a perda de peso, não vale avacalhar. "De acordo com a pirâmide alimentar atual, ele deve ser composto de uma porção de carboidratos, uma de lácteos e outra de frutas", orienta a nutricionista Ana Beatriz Barrella, da RG Nutri. Seguindo esse esquema, você poderia levar à mesa, por exemplo, uma tapioca com queijo branco, um café com leite e um pedaço de melão. Mas não precisa ficar bitolado, claro. Há outros itens benéficos que combinam com essa refeição

2. Adoram frango

Quando o pesquisador Brian Wansink perguntou qual era a carne preferida de quem está em paz com a balança, a picanha não teve vez. A maior parte dos voluntários (61%) colocou o frango no topo da lista. "Seu grande ponto positivo, especialmente se considerarmos a parte do peito sem pele, é ter menos gordura saturada do que a carne bovina", analisa Cristiane Cedra, nutricionista. Isso não significa que outras opções sejam incompatíveis com um corpo esbelto. "Alguns cortes de carne vermelha são mais magros", lembra a nutricionista Mônica Beyruti. Então, o revezamento está mais do que permitido, até para não enjoar. A carne vermelha pode ser consumida de uma a duas vezes por semana. Nos outros dias, intercale com frango, peixe, ovo e cortes suínos magros.

3. Incluem salada no almoço

A pesquisa diz que 35% dos entrevistados comem salada no almoço todo dia. O que salta aos olhos é regularidade: todo santo dia! Há bons motivos para associar esse comportamento à perda e à manutenção do peso. "Para começar, as verduras e os legumes são ricos em fibras", conta a nutricionista Lara Natacci. Por causa dessa característica, eles demoram mais para serem digeridos e, assim, proporcionam saciedade. Ocupar metade do prato com vegetais também diminui o espaço para as tentações - no bufê, é um dilema escapar da batata frita, confesse. "Na outra parte, é bacana colocar uma fonte de carboidratos, como o arroz, e uma de proteínas, a exemplo da carne", ensina Lara. Evite fazer uma pratada somente de folhas para depois voltar às travessas e pegar as opções quentes. A tendência, nesse caso, é exagerar. E lembre-se: o corpo agradece quando alternamos verduras e legumes, já que cada um tem seus atributos. Uma boa é se guiar pela cor. Se conseguir incluir três porções, com tons diferentes, está ótimo.

4. Lancham frutas e oleaginosas

A primeira informação que merece destaque aqui é a seguinte: os magros da pesquisa não ficam horas e horas sem comer. E por que isso é importante? "Estudos apontam que a quebra do jejum aumenta o metabolismo basal em até 15%", revela Ana Beatriz. Isto é, você acaba queimando mais calorias. Sem contar que chega menos faminto às refeições principais. É óbvio que o tipo de lanche conta muito. Não adianta comer uma coxinha e se entupir de refrigerante. Aposte em alimentos mais saudáveis, como frutas e oleaginosas, bastante citadas no levantamento americano. Agora, se o intervalo entre o almoço e o jantar for bem longo, apenas uma maçã ou um punhado de amêndoas provavelmente não serão suficientes para aplacar o apetite. "Pode complementar com uma fonte de proteína, como um iogurte, e uma de carboidrato rico em fibras, a exemplo de uma torrada", aconselha Lara.

5. Comem vegetais no jantar

De novo, repare num dado implícito e interessante: quem é esbelto costuma jantar. Apesar de essa refeição ser temida por quem começa um regime, não há provas definitivas de que seja um empecilho para o emagrecimento. O crucial é fazer escolhas balanceadas. A maior parte do pessoal recrutado para o trabalho americano não abre mão de degustar vegetais à noite. "Eles têm fibras, que dão saciedade, são cheios de antioxidantes e pouco calóricos", elogia Ribas Filho.

6. Não abusam de refrigerantes

Na realidade, 35% deles passam longe desses produtos. Um comportamento aplaudido por quem entende do assunto. "Tomar refrigerante no dia a dia realmente não é indicado", afirma o médico Josivan Lima. O principal problema da bebida é que ela carrega um tantão de açúcar - e muitas calorias. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde publicou uma diretriz na qual pede que a ingestão do ingrediente doce não ultrapasse 5% das calorias diárias, o que daria mais ou menos 25 gramas. E sabe qual a quantidade de açúcar presente em um copo de refri? Nada menos do que 20 gramas. Apesar disso, Lima comenta que não há crise se tomá-lo de vez em quando, como em festinhas. Nesses momentos - e só.​ E o suco? Em doses moderadas, é uma boa alternativa - desde que de verdade, ou seja, 100% fruta e zero aditivos. Evite os néctares e os refrescos, porque apenas uma parte é polpa. E, assim como os refrigerantes, eles são doces pra chuchu.

7. Têm consciência do que comem

Sem neurose. É apenas uma questão de não ligar o piloto automático durante as refeições. "Quando o indivíduo come prestando atenção nas garfadas, sente mais prazer e nota a saciedade chegando. Se está com a cabeça em outro lugar, só vai parar quando estiver empanturrado", ilustra o psicólogo Raphael Cangelli Filho. A nutricionista Marle Alvarenga acredita que a correria do cotidiano contribui bastante para o aumento nos índices de obesidade: "Estamos desvalorizando os momentos destinados à alimentação. Hoje, muita gente nem sequer come sentado e acha isso normal", lamenta. Como impedir que a loucura do dia a dia tire a concentração do prato? Os magros saudáveis investigados por Wansink e sua turma adotavam estratégias singelas, como olhar o bufê inteiro antes de entrar na fila e ir ao supermercado sem fome. Vários deles também não assistiam a televisão enquanto mastigavam e escondiam guloseimas para somente abocanhá-las quando de fato tinham vontade. "Táticas como essas evitam que você coma por impulso", concorda Marle.

8. Não fazem regime

Mais de 70% do grupo analisado na Universidade Cornell nunca (ou quase nunca) apostou em dietas ou medidas restritivas. E, antes que alguém comece a se perguntar, isso não contradiz o tópico anterior - uma coisa é se concentrar na alimentação, e outra bem distinta é seguir um cardápio fechado e, portanto, limitante. Além de fracassarem no longo prazo pela monotonia e pelo radicalismo, essas estratégias bagunçam nossa relação com a comida. "Restrições contínuas podem originar transtornos alimentares, da anorexia à compulsão", exemplifica Cangelli Filho. Contraditório é entrar numa dieta maluca para afinar a cintura e sair dela com um vício por batata frita, sorvete, biscoito... A propósito, os especialistas ouvidos por SAÚDE recomendam tirar um pouco o foco do emagrecimento. "A meta deve ser melhorar o comportamento alimentar e valorizar hábitos saudáveis. A perda de peso deve ser consequência", ensina Marle.

9. Praticam exercício


O pessoal suou a camisa com regularidade para preservar a finura. E não pense que a prática esportiva se limita a elevar o gasto de energia durante sua execução. "Uma musculatura desenvolvida queima calorias mesmo quando estamos em repouso", informa Garcia Júnior. A atividade física também faz com que o organismo priorize um pouco mais a gordura entre as fontes de energia à disposição e, de quebra, favorece a sensação de saciedade. Uma única ressalva: os obesos não podem ir de 0 a 100 de uma hora pra outra. O correto é começar aos poucos e com supervisão.


(Fonte: Revista SAÚDE)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Suco verde: pode tomar todos os dias?


Afinal, faz mal beber suco verde todos os dias? 
 
Não desde que você varie os ingredientes. Para quem tem hipotireoidismo ou histórico da doença na família, existe a recomendação de acrescentar folhas verde-escuras no suco apenas duas vezes por semana, especialmente no caso da couve.
"Quando crua, essa verdura tem ação bociogênica - ou seja, interfere na absorção do iodo, mineral fundamental para a produção dos hormônios tiroidianos", alerta Luciana Harfenist, nutricionista do Rio de Janeiro. Evite ainda misturar muitos itens de uma só vez para que o suco não fique calórico, pesado e com gosto forte. 
 
Veja os grupos de alimentos sugeridos para o preparo da bebida e quantos itens usar de cada um deles.
 
Folha verde-escura: até dois tipos (couve, rúcula, brócolis, espinafre, agrião).

Fruta: até três tipos (maçã, pera, abacaxi, laranja, limão, mexerica, morango, mirtilo, romã, melão, água de coco).

Legume ou raiz: até dois tipos (cenoura, beterraba, berinjela, inhame, batata-yacon).

Broto, semente ou castanha: um tipo (alfafa, moyashi, linhaça, chia, quinua, amaranto, castanha-do-pará).

Erva fresca: um tipo (hortelã, manjericão).

Especiaria: um tipo (gengibre, pimenta).

Alga marinha (opcional): um tipo (kombu, spirulina em pó).
 
(Fonte: Revista SAÚDE)

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Uva


 
Estudiosos da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, notaram que a fruta ajuda a abrandar a dor e melhorar a flexibilidade das articulações dos joelhos. Segundo os especialistas, o efeito viria dos polifenóis concentrados nas uvas. "É um indício importante de que alimentos aliviam o quadro, mas precisa ser mais investigado", pondera o médico Ricardo Fuller, da Sociedade Brasileira de Reumatologia. De qualquer forma, não custa experimentar.
Outros benefícios
Além de estar cheia de carboidratos - que fornecem energia para o corpo -, a uva atua na prevenção de diversas doenças. Rica em antocianina (um potente antioxidante), ela ajuda a evitar a formação de coágulos nos vasos. Com isso, o risco de os males cardiovasculares aparecerem diminui bastante. Estudos apontam que a fruta ainda eleva o sistema imunológico, afasta o câncer e preserva a memória.

Variedades
 
Niágara
É a mais consumida entre os brasileiros. Sorte nossa porque também está entre as mais recomendadas devido ao seu alto teor de antioxidantes
Itália
Seu forte são as doses generosas de
vitaminas do complexo B, cálcio e potássio. Ela também é conhecida por suas propriedades antibacterianas e antivirais.
 
Rubi
De origem europeia, ela tem muita vitamina C e
resveratrol, uma substância que atua na prevenção de diversas doenças - de infarto a câncer. É uma boa pedida pra quem quer reduzir os níveis de LDL, o mau colesterol.

Frutas são sempre bem-vindas à rotina.
 
(Fonte: Revista SAÚDE)

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Morango: Conheça 6 benefícios da fruta.



Rica em vitamina C, ela fortalece as defesas do organismo, ajuda na cicatrização e evita o envelhecimento precoce.




1. Deixa o coração no ritmo
A cor avermelhada da frutinha se deve às 
antocianinas, substâncias que neutralizam os radicais livres. "Estudos mostram que o alto consumo da substância pode diminuir o risco de ataques cardíacos", diz.

2. Garante boas doses de vitamina C
O morango é cheio desse nutriente. "A substância fortalece o sistema imunológico, é importante no processo de 
cicatrização de feridas e ajuda na absorção de ferro dos vegetais", diz a nutricionista Carolina Arbache, da Natue, e-commerce de produtos saudáveis, naturais e voltados ao bem-estar.

3. Tem poucas calorias
Segundo Carolina, o morango é uma das frutas menos calóricas. "Dez morangos médios (100 g) têm apenas 30 calorias", diz.

4. Protege o cérebro
Além de manter o coração saudável, as antocianinas colaboram com o cérebro! "O morango pode auxiliar na prevenção da 
perda de memória", afirma.

5. Retarda o envelhecimento
"A fruta concentra nutrientes importantes para evitar o envelhecimento precoce da pele, como as antocianinas, o silício e a 
vitamina C", afirma Carolina.

6. Esbanja nutrientes
"Comparado a outras frutas, o morango concentra boas quantidades de vitaminas e minerais", diz Carolina. Além da vitamina C, a vermelhinha possui silício, manganês, potássio, magnésio, vitaminas do complexo B e vitamina K. "Esses nutrientes são essenciais para o funcionamento do organismo, pois controlam desde a produção de hormônios até o funcionamento do coração e do cérebro", completa.


(Fonte:  Revista VIVA!MAIS)