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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
A alimentação saudável e a prática de atividade física são sinônimos de qualidade de vida e prevenção de doenças crônicas.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Vício: para que te quero?
Já ouviu falar de vício em açúcar? Pois ele existe!
A nutri Danielle M.
M. estudou a compulsão de mulheres por doces em sua tese de mestrado, FMUSPRP. Ela acompanhou os
hábitos de 57 voluntárias entre 20 e 45 anos, todas acima do peso.
A mais
surpreendente conclusão do estudo foi a de que sete a cada dez mulheres que
estavam estressadas também tinham Dependência de Substâncias Doces (DSD), o
nome científico para o vício em açúcar, aquela vontade louca de devorar uma
caixa de bombons que não passa nem por decreto. Se você desconfia que também
sofre desse doce mal, veja abaixo o que pode ser feito.
Quase como uma droga
Além de
devorar muitas guloseimas ao longo do dia, uma mulher dependente de substâncias
doces precisa de cada vez mais delícias açucaradas. Isso porque o excesso de
açúcar, a longo prazo, altera os hormônios que regulam o apetite, fazendo com
que seja necessário comer quantidades sempre maiores para sentir satisfação.
Além
disso, o açúcar atua da mesma forma que algumas drogas. Ele estimula a produção
de dopamina no cérebro, substância que dá uma sensação agradável. É esse prazer
que buscamos quando atacamos a sobremesa.
Assim
como um fumante que deseja largar o cigarro, alguém que queira abandonar o
vício em doces precisa de motivação para lidar com o açúcar de maneira mais
equilibrada. Qual será o seu estímulo? Sentir-se melhor num jeans? Ser um
exemplo para seu filho comer melhor? Não importa!
Confira os quatro
passos para diminuir a compulsão e transformar sua vida:
1. Tente identificar o que
a incomoda no dia a dia, o que a aflige tanto a ponto de levá-la a atacar os
doces. Pare e faça um balanço da sua vida. Uma boa ideia é elaborar uma lista
por escrito.
2. Após descobrir quais são as questões mais incômodas,
tente resolvê-las. Escreva as possíveis soluções e coloque-as em prática. Uma
terapia pode ajudar a repensar problemas mais complexos.
3. O passo seguinte é mexer na alimentação. Mas não
adianta tentar cortar os doces de uma hora para outra. Nem mesmo substituí-los
por frutas: isso não funciona para quem é dependente. A dica é reduzir
gradativamente a quantidade. Diminua um pouco por dia, mas sem desistir! Seu
organismo precisa de persistência para se adaptar a uma nova rotina alimentar,
com menos açúcar.
4. Adote o hábito de fazer exercícios todos os dias.
Equilíbrio e moderação - as bases do sucesso. Pense
nisso!
Revista Saúde
segunda-feira, 7 de março de 2016
O segredo dos magros saudáveis
A epidemia da obesidade -
apesar de a expressão já estar até gasta - continua fora de controle. Segundo a
Federação Mundial de Obesidade, se 11,5% dos adultos estavam bem acima do peso
em 2011, esse número subiu para 13% em 2014. Nesse ritmo, 17% da população com
mais de 18 anos estará assim daqui a dez anos. Vivemos em um ambiente que
desestimula a atividade física e fomenta a alimentação calórica.
Prepare-se
para espiar a vida dos magros saudáveis:
Dados da pesquisa:
- 147
participantes
- 118
mulheres
- Altura
média: 1,68 m
- Peso
médio: 61 kg
- 43%
deles tinham 41 anos ou mais
- 33%
tinham entre 26 e 40 anos
- 24%
ficaram abaixo dos 25 anos
1.
Eles não pulam o café da manhã
Sair
de casa sem comer nadinha? Essa definitivamente não é uma opção para a maioria
dos entrevistados no estudo - 96% relataram ter o hábito de tomar café da
manhã. Pesquisas mostram que quem faz essa refeição tende a ganhar menos peso
porque ingere uma quantidade menor de calorias ao longo do dia. E tudo indica
que essa economia conta muito. Em uma análise recente da Universidade de Nova
York, nos EUA, cientistas avaliaram 2 132 adultos e concluíram que pular o café
representou um almoço com 202 calorias extras para os homens e 121 para as
mulheres. Em um mês, isso representaria aproximadamente 4 800 calorias a mais.
É muita coisa. Contudo, para que o desjejum seja um aliado durante a perda de
peso, não vale avacalhar. "De acordo com a pirâmide alimentar atual, ele
deve ser composto de uma porção de carboidratos, uma de lácteos e outra de
frutas", orienta a nutricionista Ana Beatriz Barrella, da RG Nutri.
Seguindo esse esquema, você poderia levar à mesa, por exemplo, uma tapioca com
queijo branco, um café com leite e um pedaço de melão. Mas não precisa ficar
bitolado, claro. Há outros itens benéficos que combinam com essa refeição
2.
Adoram frango
Quando
o pesquisador Brian Wansink perguntou qual era a carne preferida de quem está
em paz com a balança, a picanha não teve vez. A maior parte dos voluntários
(61%) colocou o frango no topo da lista. "Seu grande ponto positivo,
especialmente se considerarmos a parte do peito sem pele, é ter menos gordura
saturada do que a carne bovina", analisa Cristiane Cedra, nutricionista.
Isso não significa que outras opções sejam incompatíveis com um corpo esbelto.
"Alguns cortes de carne vermelha são mais magros", lembra a nutricionista
Mônica Beyruti. Então, o revezamento está mais do que permitido, até para não
enjoar. A carne vermelha pode ser consumida de uma a duas vezes por semana. Nos
outros dias, intercale com frango, peixe, ovo e cortes suínos magros.
3.
Incluem salada no almoço
A
pesquisa diz que 35% dos entrevistados comem salada no almoço todo dia. O que
salta aos olhos é regularidade: todo santo dia! Há bons motivos para
associar esse comportamento à perda e à manutenção do peso. "Para começar,
as verduras e os legumes são ricos em fibras", conta a nutricionista Lara
Natacci. Por causa dessa característica, eles demoram mais para serem digeridos
e, assim, proporcionam saciedade. Ocupar metade do prato com vegetais também
diminui o espaço para as tentações - no bufê, é um dilema escapar da batata
frita, confesse. "Na outra parte, é bacana colocar uma fonte de
carboidratos, como o arroz, e uma de proteínas, a exemplo da carne",
ensina Lara. Evite fazer uma pratada somente de folhas para depois voltar às
travessas e pegar as opções quentes. A tendência, nesse caso, é exagerar. E
lembre-se: o corpo agradece quando alternamos verduras e legumes, já que cada
um tem seus atributos. Uma boa é se guiar pela cor. Se conseguir incluir três
porções, com tons diferentes, está ótimo.
4. Lancham frutas e
oleaginosas
A
primeira informação que merece destaque aqui é a seguinte: os magros da
pesquisa não ficam horas e horas sem comer. E por que isso é importante?
"Estudos apontam que a quebra do jejum aumenta o metabolismo basal em até
15%", revela Ana Beatriz. Isto é, você acaba queimando mais calorias. Sem
contar que chega menos faminto às refeições principais. É óbvio que o tipo de
lanche conta muito. Não adianta comer uma coxinha e se entupir de refrigerante.
Aposte em alimentos mais saudáveis, como frutas e oleaginosas, bastante citadas
no levantamento americano. Agora, se o intervalo entre o almoço e o jantar for
bem longo, apenas uma maçã ou um punhado de amêndoas provavelmente não serão
suficientes para aplacar o apetite. "Pode complementar com uma fonte de
proteína, como um iogurte, e uma de carboidrato rico em fibras, a exemplo de
uma torrada", aconselha Lara.
5. Comem vegetais no
jantar
De
novo, repare num dado implícito e interessante: quem é esbelto costuma jantar.
Apesar de essa refeição ser temida por quem começa um regime, não há provas
definitivas de que seja um empecilho para o emagrecimento. O crucial é fazer
escolhas balanceadas. A maior parte do pessoal recrutado para o trabalho
americano não abre mão de degustar vegetais à noite. "Eles têm fibras, que
dão saciedade, são cheios de antioxidantes e pouco calóricos", elogia
Ribas Filho.
6.
Não abusam de refrigerantes
Na
realidade, 35% deles passam longe desses produtos. Um comportamento aplaudido
por quem entende do assunto. "Tomar refrigerante no dia a dia realmente
não é indicado", afirma o médico Josivan Lima. O principal problema da
bebida é que ela carrega um tantão de açúcar - e muitas calorias. Recentemente,
a Organização Mundial da Saúde publicou uma diretriz na qual pede que a
ingestão do ingrediente doce não ultrapasse 5% das calorias diárias, o que
daria mais ou menos 25 gramas. E sabe qual a quantidade de açúcar presente em
um copo de refri? Nada menos do que 20 gramas. Apesar disso, Lima comenta que
não há crise se tomá-lo de vez em quando, como em festinhas. Nesses momentos -
e só. E o suco? Em doses moderadas, é uma boa alternativa - desde
que de verdade, ou seja, 100% fruta e zero aditivos. Evite os néctares e os
refrescos, porque apenas uma parte é polpa. E, assim como os refrigerantes,
eles são doces pra chuchu.
7.
Têm consciência do que comem
Sem
neurose. É apenas uma questão de não ligar o piloto automático durante as
refeições. "Quando o indivíduo come prestando atenção nas garfadas, sente
mais prazer e nota a saciedade chegando. Se está com a cabeça em outro lugar,
só vai parar quando estiver empanturrado", ilustra o psicólogo Raphael
Cangelli Filho. A nutricionista Marle Alvarenga acredita que a correria do cotidiano contribui
bastante para o aumento nos índices de obesidade: "Estamos desvalorizando os
momentos destinados à alimentação. Hoje, muita gente nem sequer come sentado e
acha isso normal", lamenta. Como impedir que a loucura do dia a dia tire a
concentração do prato? Os magros saudáveis investigados por Wansink e sua turma
adotavam estratégias singelas, como olhar o bufê inteiro antes de entrar na
fila e ir ao supermercado sem fome. Vários deles também não assistiam a
televisão enquanto mastigavam e escondiam guloseimas para somente abocanhá-las
quando de fato tinham vontade. "Táticas como essas evitam que você coma
por impulso", concorda Marle.
8. Não fazem regime
Mais
de 70% do grupo analisado na Universidade Cornell nunca (ou quase nunca)
apostou em dietas ou medidas restritivas. E, antes que alguém comece a se perguntar,
isso não contradiz o tópico anterior - uma coisa é se concentrar na
alimentação, e outra bem distinta é seguir um cardápio fechado e, portanto,
limitante. Além de fracassarem no longo prazo pela monotonia e pelo
radicalismo, essas estratégias bagunçam nossa relação com a comida.
"Restrições contínuas podem originar transtornos alimentares, da anorexia
à compulsão", exemplifica Cangelli Filho. Contraditório é entrar numa
dieta maluca para afinar a cintura e sair dela com um vício por batata frita,
sorvete, biscoito... A propósito, os especialistas ouvidos por SAÚDE recomendam
tirar um pouco o foco do emagrecimento. "A meta deve ser melhorar o
comportamento alimentar e valorizar hábitos saudáveis. A perda
de peso deve ser consequência", ensina Marle.
9.
Praticam exercício
O
pessoal suou a camisa com regularidade para preservar a finura. E não pense que
a prática esportiva se limita a elevar o gasto de energia durante sua execução.
"Uma musculatura desenvolvida queima calorias mesmo quando estamos em
repouso", informa Garcia Júnior. A atividade física também faz com que o
organismo priorize um pouco mais a gordura entre as fontes de energia à
disposição e, de quebra, favorece a sensação de saciedade. Uma única ressalva:
os obesos não podem ir de 0 a 100 de uma hora pra outra. O
correto é começar aos poucos e com supervisão.
(Fonte: Revista SAÚDE)
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Emagrecer ou perder peso?
As pessoas comentam que você emagreceu, você se enxerga mais fino no espelho, as
roupas estão cada vez mais largas, mas o seu peso permanece igual ou está
subindo.
Quando falamos em emagrecer todos pensam que é necessário perder peso, pelo contrário eles não são sinônimos.
Emagrecer significa diminuir o volume de gordura corporal (podendo ser verificada através de equipamentos como adipômetro ou fita métrica).
Perder peso significa reduzir a massa corporal total (verificada através da balança).
Por que perco medidas e ganho peso?
A resposta é mais simples do que você pensa: a massa muscular pesa exatamente
igual à gordura, porém ela é mais compacta. Isso significa que a massa magra
ocupa menos espaço no corpo do que a massa gorda. Justifica-se aí a redução de
medidas e a manutenção ou ganho de peso. Ao comparar 2
kg de músculo e 2 kg de gordura, o volume de ambas as
peças é visualmente surpreendente!
O principal desejo entre as adeptas e os adeptos das dietas é diminuir o ponteiro da balança. Porém, somente diminuir a numeração que aparece no visor da balança não é, necessariamente, a melhor solução.
A base para perder gordura é a quantidade de calorias, ou seja, para emagrecer você precisa gastar mais calorias do que consome. E só há uma forma de conseguir isso, fazendo uma reeducação alimentar.
A partir do momento que o seu organismo começar a gastar mais calorias do que consumir, ele vai perceber que para executar as tarefas do dia ele precisará de mais energia, assim irá utilizar as reservas do corpo, ou seja, a gordura. Portanto a reeducação alimentar adequada a necessidade pessoal é a chave para iniciar a perda de gordura.
Uma dieta estruturada para as suas necessidades, irá impedir que seu corpo entre em estado de catabolismo "quebra" e conseguirá fazer com que você perca gordura sem afetar a massa magra.
Em seguida você pode, e deve, começar a praticar algum tipo de exercício físico.
Enfim, o mais saudável é emagrecer ao invés de perder peso, uma vez que é a quantidade de gordura em excesso que traz vários riscos de problemas de saúde, juntamente com um enorme desconforto estético.
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Cambé - PR, Brasil
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
A obesidade se combate em pé.
Se você está lendo este texto sentado na cadeira do trabalho ou acomodado no sofá, talvez depois queira dar uma esticada nas pernas - tomara!
É que o excesso de tempo gasto no conforto da poltrona está ligado à obesidade, especialmente entre as mulheres, segundo um estudo da Universidade Washington, em Saint Louis, nos Estados Unidos. Para investigar o elo entre esse comportamento sedentário e o índice de massa corporal (o famoso IMC), os estudiosos analisaram as respostas de 1.891 indivíduos a um questionário sobre o período que permaneciam sentados no trabalho e durante o tempo livre. Também havia perguntas sobre a frequência de exercícios físicos. Ao colocar os números encontrados na ponta do lápis, os pesquisadores observaram que, na ala feminina, aquelas que passavam cerca de seis horas em cima de uma cadeira diariamente tinham um risco 1,7 vezes maior de ficar obesas — e isso mesmo se praticassem um esporte. Por quê? Ora, ficar sentado gasta menos calorias do que se manter em pé ou caminhar.
Além do risco de acumular gordura, passar longos períodos apoiado sobre as nádegas também pode abreviar a vida. É isso mesmo. Um estudo do Instituto Nacional de Câncer, nos Estados Unidos, avaliou 240.819 adultos por quase nove anos e concluiu que perder sete ou mais horas em um assento por dia eleva a probabilidade de alguém morrer - de novo, mesmo se o indivíduo realizar exercícios físicos. Em meio às especulações sobre o porquê de tais resultados, os cientistas arriscam que o aproveitamento da glicose seria um dos responsáveis por tais problemas. Isso porque, numa rotina mais parada, sua concentração no sangue sobe, o que fomenta o diabete e os danos às artérias. Para barrar essa ameaça, buscar um dia a dia mais dinâmico, incluindo, por exemplo, pequenas pausas para se levantar e buscar um cafezinho, já faz tremenda diferença.
Além do risco de acumular gordura, passar longos períodos apoiado sobre as nádegas também pode abreviar a vida. É isso mesmo. Um estudo do Instituto Nacional de Câncer, nos Estados Unidos, avaliou 240.819 adultos por quase nove anos e concluiu que perder sete ou mais horas em um assento por dia eleva a probabilidade de alguém morrer - de novo, mesmo se o indivíduo realizar exercícios físicos. Em meio às especulações sobre o porquê de tais resultados, os cientistas arriscam que o aproveitamento da glicose seria um dos responsáveis por tais problemas. Isso porque, numa rotina mais parada, sua concentração no sangue sobe, o que fomenta o diabete e os danos às artérias. Para barrar essa ameaça, buscar um dia a dia mais dinâmico, incluindo, por exemplo, pequenas pausas para se levantar e buscar um cafezinho, já faz tremenda diferença.
(Fonte: Revista Saúde)
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Local:
Cambé - PR, Brasil
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Como perder e manter o peso de uma vez por todas!!
A luta contra a balança é um jogo sem fim. E, para não ficar voltando casinhas, é preciso ir além da dieta. A ciência prova que incluir exercícios na rotina é a melhor alternativa para emagrecer sem ter que se preocupar com o efeito sanfona.
Comer de tudo
e, mesmo assim, conservar um peso bacana. Parece um sonho distante? Então você
vai gostar de saber que qualquer um pode atingi-lo. Basta colocar o corpo
para se mexer. A prova vem de um estudo da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (UFRGS), que usou voluntários para testar duas abordagens
reconhecidas contra a obesidade: dieta e exercícios. De um lado, 18 pessoas
tornaram o cardápio mais leve. Do outro, 17 aliaram a medida a treinos na
bicicleta ergométrica de 30 a 45 minutos, três vezes por semana.
Os
pesquisadores concluíram que ambas as turmas enxugaram 5% do peso no mesmo
período de tempo, o que indica que controlar a alimentação parece ser mesmo
eficaz para emagrecer. No entanto, o grupo ativo levou a melhor na comparação
dos benefícios, já que, além da perda de peso, apresentou melhores taxas de
grelina, o hormônio da fome. "Baixos níveis da substância estão ligados a
uma maior saciedade", explica o endocrinologista Rogério Friedman, autor
do trabalho.
Sem cruz na boca
Na verdade, quem garante uma cintura fina por anos a fio até come mais, porém gasta energia aos montes. "O ser humano tem um forte ímpeto natural por alimentos", diz Gregory Hand, educador físico que trabalha ao lado de Blair. "Para não remar contra a maré, necessitamos ter uma dieta só um pouco restritiva e investir bastante nas atividades físicas", emenda.
Se você ainda
não está convencido a levantar desse sofá, selecionamos três explicações
científicas que mostram que quem mexe o corpo está destinado a manter a boa
forma por muito tempo. Veja:
1- O desequilíbrio corporal consome energia
A prática de qualquer esporte mexe com o organismo inteiro – o coração bate
mais rápido, os músculos sofrem microlesões, os pulmões trabalham em
dobro..."Para reequilibrar seu funcionamento, o corpo despende mais fontes
de energia", ensina Jair Rodrigues Garcia Júnior, professor de bioquímica
do exercício da Universidade do Oeste Paulista, em Presidente Prudente. Com
isso, o abdômen se conversa firme e sem excessos.
2- Quem se exercita emagrece mesmo quando está parado
O levantamento da UFRGS também avaliou a taxa metabólica basal, ou seja, a
quantidade de calorias que torramos quando não estamos realizando um esporte.
Friedman explica que ela era mais elevada no grupo que, além de adotar a dieta,
pedalou com frequência. Inclusive aqueles felizardos que nunca ficam com a
barriga avantajada tendem naturalmente a queimar bastante energia em repouso.
3- Músculos desenvolvidos gastam calorias
A atividade física aumenta a massa muscular, que, por sua vez, também contribui para o emagrecimento. "Músculos desenvolvidos consomem calorias extras", afirma Cláudio Pavanelli, fisiologista do Clube de Regatas do Flamengo e da BEone. Até por isso os especialistas também prescrevem musculação para quem deseja permanecer esguio.
Comece já, mas vá com calma
O verão está
aí, por isso, você não pode perder tempo. Mas antes de calçar os tênis e sair
correndo, é importante definir seus objetivos. O Colégio Americano de Medicina
do Esporte recomenda um mínimo de 150 minutos de atividade física moderada por
semana, de modo a aprimorar a saúde como um todo. Mas se a meta é perder peso,
a endocrinologista Rosana Radomminski, da Universidade Federal do Paraná,
recomenda subir o mínimo estipulado para 250 minutos.
Contudo,
principalmente entre os sedentários, cumprir tal meta logo de cara pode ser
perigoso em algumas situações. O melhor mesmo é ir com calma. "O paciente
pode, por exemplo, começar com 75 minutos por semana e evoluir
lentamente", orienta Rosana. Vale lembrar que a avaliação individual feita
por um especialista é essencial para garantir vitória na luta contra a balança.
(Fonte: Revista SAÚDE)
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verão
Local:
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